Sete Obras De Misericórdia, De Caravaggio 1

Sete Obras De Misericórdia, De Caravaggio

A misericórdia é a aplicação para compadecer-se dos sofrimentos e misérias alheias. Se manifesta em bondade, a assistência aos necessitados, sobretudo no perdão e da reconciliação. É mais que um sentimento de carinho, é uma prática. O cristianismo é um dos principais atributos divinos.

A misericórdia é bem como um sentimento de pena ou compaixão pelos que sofrem, que entusiasma a ajudá-los ou em acordo com a direção; em certas ocasiões, é a força que entusiasma a ser benevolente em juízo ou castigo. Sua etimologia, do latim misere (miséria, necessidade), cor, cordis (coração) e ia (para os outros); significa ter um coração solidário com aqueles que têm indispensabilidade.

Não confunda a misericórdia com a pena. A pena é um sentimento menos veemente e mais passageiro do que a compaixão. Assim é que a frase pena não se deriva um adjetivo aplicável ao que sente, entretanto o utensílio que a provoca, e o inverso acontece com a expressão condolência, de que se deriva de condolência. São lastimeros ou desanimados os infortúnios, doenças, fome e a perseguição. São compassivas as pessoas em quem esses males produzem pena. Não nos move a condolência na sorte de um assassino sentenciado à morte, no entanto que nos fornece pena ao vê-lo padecer o suplício. Dá-Nos pena de o enxergar morrer a um incoerente; nos apresenta compaixão o aborrecido estado de uma necessitado viúva.

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A condolência implica a todo o momento um sentimento palpável. A pena é usada algumas vezes pra retratar um sentimento tão leve, que mal merece o nome de tal; como: É uma pena que não faça bom tempo. A expressão hebraica ra·jamím e a grega e·le·os (verbo, e,·ele·é·ō) tendem a traduzir-se por “misericórdia”. Um diagnóstico destes termos e seu uso auxílio a realçar todos os seus matizes e sentido.

de acordo com o lexicógrafo Gesenius, “a idéia principal parece radicar em tal grau no evento de ter simpatia e cuidar com doçura, como o sentimento de terna emoção”. O termo está intimamente referente com a palavra “matriz”; pode dizer-se também às “entranhas”, as quais são afetadas quando se sente de modo afetuosa e terna compaixão ou piedade. ” devido a teu irmão Benjamim e chorou.

Tradicionalmente, a religião cristã tem ensinado a necessidade de, imitando a misericórdia divina, levar a cabo esta atuação em forma de obras, em tal grau espirituais como corporais. Os fariseus mostraram uma maneira impiedosa para com os outros, dessa forma que Jesus os repreendeu, explicando: “Ide, dado que, e aprendam o que isto significa: ‘Quero misericórdia, e não sacrifício'”.

Ele colocou a misericórdia entre os temas de mais peso da Lei. Como se observa, se bem que tal misericórdia podia trazer clemência judicial, como a que os fariseus, pudessem ter a oportunidade de demonstrar, talvez por ser membros do Sinédrio, a sua aplicação não se restringe a esse fato. Referia-Se, principalmente, para a manifestação ativa de piedade ou condolência, em obras de misericórdia.

Esta misericórdia se podia expressar a começar por uma cooperação material. Mas pra que Deus o considere de valor, tem que existir um bom motivo, não ser simplesmente um ‘altruísmo interessado’. Cornélio, dádivas que junto com suas orações foram em que Deus lhe ouvir favoravelmente.

Jesus disse que o problema dos fariseus consistiu em não ceder “como dádivas de misericórdia as coisas que estão dentro”. Portanto, a verdadeira misericórdia necessita brotar do coração. Jesus de Nazaré e seus discípulos destacaram-se sobretudo pelas dádivas espirituais, de bem mais valor do que as utensílios, que misericordiosamente ofereceram.