Chiara Ferragni Lhe Planta Face Às Kardashian Com O Seu Novo Projeto 1

Chiara Ferragni Lhe Planta Face Às Kardashian Com O Seu Novo Projeto

Apesar de seus milhões de seguidores da constataram no momento em que era somente uma jovem, graças à tua especial sensibilidade pra tendências, insuficiente a pouco, Chiara Ferragni tornou-se uma empresária de sucesso internacional. Uma mulher que soube usufruir o empurrão da mídia pra criar um império fundamentado em seus looks chamativos e os projetos que lança a partir de tua própria loja online. Entre os produtos que propõe aos seus seguidores?

Uma paleta multicolor com 4 tons de sombras de olhos, um blush, 3 iluminadores, um gloss e 4 batom. Tudo isso pensado para diferentes momentos do dia: Party Look, Business Look ou Creative Look. Chiara a respeito de alguns projetos que representam a ela e as mulheres de sua criação.

Destaca-se similarmente a decoração esculpida em relevo. Arte thai: é o criado em Sião (Tailândia), caracterizado por uma arquitetura vertical de modos alongadas e pontiagudas, com uma torre-relicário (prang), como o templo de Vat Sri Sampet (século XVI). Sobressaem-se as imagens de Buda, como a de Sukhothai (século XIV), em bronze e pão de ouro.

Arte cham: se deu no reino de Champa (Vietnã). Nos séculos VIII-IX, recebeu a interferência hindu (mosteiro de Dông-Dương). No século XII, predominou a ação khmer, plasmada em uma arquitetura harmônica de decoração sóbria. Arte birmanês: na Birmânia é mais palpável a ação da china, como no emprego da abóbada de cruzaria.

Se utilizava o tijolo revestido de estuque, a respeito do que se realizava a decoração. O tempo clássico foi a época de Pagan (séculos X-XIII), de onde se notabilizam as stūpas, que são capazes de ser de forma cilíndrica, cônica, hemisférica, no bulbo ou na campânula (templo de Ananda, século XII).

Arte da indonésia: se ganhou uma primeira influência índia —principalmente gupta—, constatável nas stūpas com cúpulas de sino. Arte thai: templo de Wat Phra Kaew, Bangkok. Arte cham: templo de Po Klaung Garai, Phan Rang (Vietnã). Arte birmanês: pagode de Shwedagon, Yangon (Myanmar). Arte da indonésia: templo de Borobudur (Indonésia).

por este período continuou a expansão polinésia para a periferia oceânica (Nova Zelândia, ilhas Kermadec, ilhas Chatham). Houve uma grande diversificação cultural e artística: só pela Melanésia, por exemplo, tinha mais de mil grupos étnicos diferentes. A maioria das manifestações artísticas eram de feitio ritual, relacionadas com danças e cerimônias de tipo animista ou politeísta. Em Micronésia ocorreram elaborados e complexos arquitetônicos com esculturas de pedra e megálitos. Em Yap (ilhas), apareceu um tipo de moeda de pedra composta por grandes discos com um furo central. Em Guam e ilhas Marianas, comprovam-se as casas, sobre o assunto colunas de pedra (latte). No Havaí, se desenvolveram grandes templos (heiau), com esculturas de madeira de até três metros, que representavam seus deuses.

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nas ilhas Marquesas se deram um tipo de construções de casas megalíticas sobre isto plataformas de pedra, com grandes estátuas antropomórficas. Na Nova Zelândia, os maori, montaram um tipo de escultura de madeira, com figuras de líderes políticos e religiosos, bem como pingentes de nefrita talhada (hei tiki). A origem da história da arte como tal, data do século XVI, considerando-se as Vidas de Giorgio Vasari o texto inaugural do estudo da arte com caráter historiográfico.

O mecanismo que seguiu o sábio florentino era a biografia do artista. Esta metodologia foi a que prevaleceu até o século XVIII, no momento em que o historiador alemão Johann Joachim Winckelmann iniciou um novo tipo de análise da arte, pesquisando o desenvolvimento de civilizações, uma prosperidade estilística.

Surgido pela Itália no século XV (Italianos), expandiu-se pelo resto da Europa pelo término desse século e início do XVI. Os artistas se inspiraram na arte clássica greco-romano, o que se comentou de “renascença” artística após o obscurantismo medieval. Modo inspirado na natureza, surgiram novos modelos de representação, como o emprego da perspectiva. Sem renunciar à temática religiosa, obteve superior relevância a representação do ser humano e teu local, aparecendo recentes temáticas, como a mitológica ou histórica, ou novos gêneros, como a paisagem, a natureza-falecida e, até já, o nu. A beleza deixou de ser simbólica, como na era medieval, para possuir uma componente mais racional e comedido, fundado na harmonia e da proporção.