Salvar Espécies Em Perigo De Extinção Com Tecnologia Para Estudar Estrelas 1

Salvar Espécies Em Perigo De Extinção Com Tecnologia Para Estudar Estrelas

Proteger os animais pressionados de extinção sem irritar. O mesmo software usado pra investigar estrelas foi incorporado à drones que varrem grandes áreas naturais, novas de dificultoso acesso, em que vive a vida selvagem. O emprego de câmeras termais infravermelhos pra detectar animais não é qualquer coisa novo, uma vez que outros pesquisadores e corporações ambientalistas das costumam usar.

Burke para o Mundo. Normalmente, explica, os vôos duram por volta de 20 minutos e o vant poderá ser configurado pra que ele esteja no ar até uma hora, no entanto isso depende das condições meteorológicas. A umidade é o seu principal impedimento, uma vez que, quando a temperatura do solo é parecido com a do animal que estão tentando detectar se complica o avistamento. Primeiro, o programa teve que aprender a discriminar os animais em diversos tipos de ambientes.

O treinaram no Reino Unido, em especial no Zoo de Chester e o Knowsley Safari de Liverpool. Os primeiros testes de campo foram realizadas pela África do sul em setembro do ano passado, onde fotografou os rinocerontes, que ilustram esse post.

Também fizeram testes com girafas. Mas o teu principal estímulo pela África do sul foi detectar o coelho costeiro (Bunolagus monticularis), considerado um dos mamíferos mais intimidados do mundo. Como é árduo avistá-lo devido ao seu menor tamanho, o vant voou somente a 20 metros de altura, conseguindo achar cinco assentamentos destes animais.

Burke, que espera auxiliar com outros países africanos, mesmo que na sua agenda pra esse ano não objetivam reverter a trabalhar no continente. Em maio realizarão o seguinte teste. Vai viajar pra Malásia pra contar orangotangos e México pra buscar macaco-aranha.

Em junho teu propósito serão os golfinhos de rio do Brasil. Esta iniciativa é um exemplo do que se faz em um novo campo que é chamado de astroecología e que combina os conhecimentos destas duas áreas pra cuidar o ecossistema.

Depois de doutorar-se em Astrofísica e fazer um postdoc sobre a evolução das galáxias mais massivas, Burke mudou-se pro Escritório Meteorológico do reino unido (Met Office) para investigar o embate da alteração climática em fenómenos meteorológicos extremos. No ano anterior, retornou a Liverpool para trabalhar em astroecología. O seu trabalho centra-se pela aplicação de técnicas usadas em astrofísica pra monitorizar de modo automática a vida selvagem e tentar parar os caçadores, que com freqüência agem de noite. Também estuda o choque das transformações climáticas nas espécies que monitoram.

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Será que o tempo, a ação ou o acontecimento de que não tenha lido profunda, de fato o livro de mim mesmo? Eu li um correto número de páginas, capítulos, contudo eu não concluído com ele. PJ: A essas alturas eu posso expor que li esse livro. O Que não é relatar que o tenha lido por inteiro, já que cada dia, cada minuto se inclui um novo capítulo.

O que pergunto é se você neste momento leu esse livro, não segundo o Vedanta, o budismo, o islamismo ou os psicólogos modernos, contudo se o lemos. PJ: Você poderia perguntar: K: Se você leu inteiramente por este livro, você irá ver que não há nada que ler.

JU: Você argumentou que, se há uma clareza do instante, na sua totalidade, sendo assim, todo o instante é. K: Mas isso é somente uma teoria. Não estou criticando, senhor. Pupulji admite que ouviu a K, que foi pensada e que tenha famoso a inmensuráveis gurus; e, ao desfecho disso, apenas foi encontrado um punhado de cinzas nas mãos e na boca. PJ: Eu não diria que há cinzas em minhas mãos.