Refree: "O Medo Do Flamengo? 1

Refree: “O Medo Do Flamengo?

Aquela entrevista com Abel González a respeito do seu grupo, o mesmo que gravou a primeira fonte do selo BCore em 1990, foi o começo de tudo. “Às vezes eu imagino… se não a tivesse feito, nem ao menos entrado em Corn Flakes, o mesmo não tivesse me dedicado à música. Eu teria desanimado”, comenta a partir de HanSo, pela estrada Peixe, cujo café descobriu em sua anterior visita a Madrid para tocar no Teatro Lara com Rosália, a jovem vocalista com a que acaba de escrever “Os Anjos”.

Um trabalho do que o mundo todo fala e que vai a caminho de se tornar um dos discos (flamingos, ou o que você quiser) do ano. —Então você entrou em Corn Flakes por aquela entrevista? —Sim, posteriormente que gravassem “Double Bed”, em 1995. E eu teria todo o alegria disso, é um disco excelente.

Nem haviam exposto ao vivo ainda. A história é bastante curiosa, que no decorrer da entrevista deu-me por perguntar a Abel se nunca tinham pensado em colocar mais alguém no grupo. Ele respondeu-Me que estava cansado de ser um trio e eu comentou que tocava guitarra, mas passou de mim o bastante com um “vale, vale.”

eu Pensei que aquilo tinha caído em saco roto, até que um mês depois, Moncho, a bateria, me chamou. Queria que ele me passasse pelo local pra tentar com ele. Não tinham passado nem ao menos quinze minutos, no momento em que ela me perguntou: “você Quer entrar no grupo? “. Eu respondi: “Bom, contudo você precisará perguntar ao resto”. —Exato. Abel, Moncho e Vads (baixo) foram culpados de eu me abrir muito a novas músicas. Eles estavam em um momento em que ouviam coisas muito variadas, desde The Smiths, The Cure, passando por The Fall. E na minha, a toda a hora levavam mil fitas que iam desde Almodóvar e McNamara a Bauhaus.

Eu vinha de ouvir hardcore e bandas como June of 44, Samiam, Slint, Codeine, Superchunk, Mega City Four, Jawbreaker ou Dom Cavaleiro. Essas bandas me flipaban, mas no momento em que entrei, me disseram: “Ok, está bem, mas ouça isto também”. —Neste website você compartilha espaço com o guitarrista de Dom Cavaleiro, Ian Williams, que veio a Madrid com Batalhas em setembro.

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—e O de Don Caballero é o de Battles? Não tinha nem sequer idéia. O conteúdo de “Ice Cream” eu gosto. —Será que Todo esse leque de influências explica a expansão de Corn Flakes? —Claro. Com eles aprendi um monte de música e, acima de tudo, me tornei um amante da música pra toda a minha vida. Me pegaram isso de me passar tardes inteiras buscando discos de vinil como um perturbado nas bacias das lojas de discos.

—coloca expectativa, o —”Nones” (Aquarela, 2003), como Refree, foi um deles, visto que me dei conta de que podia fazer um disco solo. Mas, além de tudo, no momento em que me chamaram para dirigir o concerto de The Rockdelux Experience”, em 2004, ao enxergar-me escrevendo arranjos para cordas e vento. Eu havia aprendido de anão no conservatório, mas não tinha regressado a fazer.