Os Terríveis Perigos Que Enfrentam As Empresas De Segurança Cibernética Em 2019 1

Os Terríveis Perigos Que Enfrentam As Empresas De Segurança Cibernética Em 2019

O ano de 2017 está pela reta término e as organizações começam a fazer o balanço do ano. Este ano, a relevância de ter um ótimo plano de contingência contra cibercriminosos se serviu numa bandeja. WannaCry, NotPetya ou Bad Coelho foram alguns dos nomes mais mediatizados, no entanto não foram os primeiros, nem sequer, é claro, serão os últimos.

Os analistas em segurança têm claro que se continuam a criar novos ataques cibernéticos. Os ciber-criminosos, além do mais, requintar tuas ações com novos métodos e técnicas, baseadas, tendo como exemplo, no aproveitamento dos avanços em Inteligência Artificial. Algumas delas, mesmo que neste momento conhecidas, seguirão provocando o caos, como se demonstrou por este ano.

  • 2003 — Freedom Evolves (A prosperidade da autonomia, Paidós, Barcelona, 2004)
  • (A RAINBOW CASTLE
  • Raúl García: “Este micro computador a toda a hora fornece a cara”
  • João Manuel Gimeno, sem demora na Universidade de Lérida

Assim, em 2018 espera-se que o “ransomware” regresse a ser um dos personagens. Entre outras coisas, devido ao furto de “ferramentas” para a Agência de Segurança Nacional (NSA) a mão do grupo de hackers denominado como Shadow Brokers. Esta forma de infecção há mais complexo combinar os protocolos de segurança. Por outro lado, as chamadas portas traseiras ou brechas de segurança de determinados programas se tornaram um dos caminhos principais de ataque. A tua actividade personagem continuará bem como ligada às vulnerabilidades das redes de proteção. “As vulnerabilidades que usam geram muitos incidentes também” a posteriori”, indica Domínguez. Incidentes que portanto quase não têm maneira de ser resolvidos. “Como imediatamente havíamos antecipado, os ataques a cadeia de abastecimento têm demonstrado ser um justificado pesadelo.

A capacidade que os atores de ameaças dirigidas continuem acessando organizações vulneráveis, o emprego de ‘backdoors’ em programas populares será um vector de ataque ainda mais utilizado. Outro dos desafios que você deve prosseguir prestando atenção é o “phishing”-a técnica que se usa para retratar uma entidade fidedigna com o encerramento de roubar seus detalhes pessoais e bancários.

por esse sentido, os especialistas prevêem que o ano que vem será manifestamente comprovado o retorno de dois velhos conhecidos que pareciam superados em matéria de cibercrime: “estão voltando os trojans bancários” e os vermes. Dominguez, explica que há uma família de cavalos de tróia bancário que desde junho está causando diversas dores de cabeça, “TrickBot”, cujo encerramento é o assalto em massa de credenciais bancárias dos clientes das corporações financeiras. Este ataque “apoia-se em um dos avanços ou técnicas idênticos às que teve WannaCry na sua expansão ou em que foi possível ter ‘Mirai’ o emprego de dispositivos conectados de todos os tipos”.

Outro dos dispositivos em que assim como estão concentrando os esforços dos cibercriminosos por tua cada vez maior exercício frequente são os “smartphones”. Os especialistas insistem em tomar consciência sobre o assunto os possíveis danos reais que significa sofrer ataques virtuais está provocando uma revisão dos programas de contingência contra cibercriminosos a uma velocidade sensacional.

“A adoção da tecnologia no que respeita a perguntas de cibersegurança vai ser superior do que estamos vendo até nesta hora”, analisa Victor Escudeiro, responsável pela implantação de soluções de segurança cibernética em S21sec. Este ano, em efeito, está claro que mesmo as técnicas de cibercrime clássicas continuam a ter efeitos. Telefone viveu em suas próprias carnes, uma realidade que diversas empresas viverão o ano que vem, a responsabilidade de anunciar aos seus freguêses que um criminoso da rede soube contornar seus obstáculos. De direito modo, apesar de que as organizações têm feito os deveres e entendem os riscos que representa um ataques virtuais está gerando duas respostas diferentes.

Por um lado, aquelas que querem agarrar de um dia para o outro, quando é uma afinação que, para ser competente, requer tempo. “É um caminho de um grau de maturidade da organização amplo”, uma vez que, “em perguntas de segurança, você poderá gastar muito dinheiro, entretanto não vai obter uma resposta capaz quando você tem sistemas mais antigos”, adiciona Escudeiro.

Por outro lado, o prejuízo que representa para uma organização reconhecer uma falha de segurança, ante a perda de certeza de seus consumidores poderá levar a novas empresas não ambicionar reconhecer, publicamente, que têm uma brecha em seu “escudo”.